Sumário
Folheto da comédia O conde Alarcos (1783)
Ano
1783
Localização
Biblioteca de Arte da Fundação Calouste Gulbenkian (TC 235); Teatro Nacional D. Maria II (TC 641)
Comentário
Trata-se de uma tradução da comédia homónima de Antonio Mira de Amescua.
Impresso

Lisboa, oficina de Domingos Gonçalves, 1783

Comédia nova  intitulada O conde Alarcos

 

Actores:

El rei de França

A infanta, sua irmã

O conde Alarcos, 1º galã

Branca, mulher do conde

Branca Flor, que não fala, filha do conde

Pórcia, dama da infanta

Ricardo, 2º galã

Marquês, 3º galã

Tirso, pescador

Soldados franceses

 


Lisboa.

Na oficina de Domingos Gonçalves

Ano 1783

Com licença da Real Mesa Censória


Advertência aos curiosos
 
Nas casas dos Religiosos de S. Domingos, na Praça do Rossio, em casa de Joaquim de Pina, se vendem as comédias seguintes: Aspásia na Síria. D. João de Alvarado ou criado de si mesmo. O capitão Belisário. A esposa persiana. Zenóbia em Arménia. A valorosa Judite. Narciso namorado de si mesmoA peruviana. O amante militar. A tragédia de D. Inês de Castro. Inconstâncias da fortuna ou lealdade de amor. Tributos da mocidade. O escravo em grilhões de ouro. Córdova restaurada ou o amor da pátria. O conde Nestor ou a condessa Carlota. O entrudo desabusado em Lisboa. José no Egipto. A ilha desabitada. A restauração de Granada. Heraclio reconhecido. A glória lusitana. A morte de César. O tamerlão na Pérsia. Afectos de ódio e amor. Dido desamparado; e outras muitas, como também toda a qualidade de entremezes, etc.
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